Fundos Revitalizar atraem 14 gestoras

pmeAs 14 sociedades gestoras apresentaram 35 propostas para os três fundos regionais para as PME.

Os concursos para a gestão dos três fundos regionais destinados à revitalização e expansão de pequenas e médias empresas atraíram 14 sociedades gestoras num total de 35 propostas. O fundo do Centro foi o que mais propostas recebeu (14), apurou o Diário Económico.

Em causa estão 110 milhões de euros do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para ajudar as PME do continente confrontadas com grandes dificuldades de acesso ao crédito. Este montante representa um aumento de 20 milhões face ao que estava inicialmente previsto. As verbas comunitárias estão distribuídas em três fundos: um para o Norte, com 40 milhões de euros, Centro, com mais 40 milhões e Lisboa, Alentejo e Algarve com 30 milhões. A estes montantes acresce uma dotação idêntica que será assegurada pelos bancos: CGD, BPI, BES, BCP, Banif, Montepio Geral e a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo, o que significa que no total os fundos reúnem 220 milhões de euros.

"Estes instrumentos são alavancas de capitalização para projectos de expansão e crescimento de PME viáveis", sublinhou, em declarações ao Diário Económico, o secretário de Estado adjunto da Economia. "A comissão de selecção está a trabalhar no sentido de apresentar ao Governo as sociedades vencedoras do concurso, que irão assegurar as funções de gestão destes fundos", acrescentou Almeida Henriques, frisando que conta anunciar os "resultados até ao final deste mês". A data limite definida no concurso para a apresentação dos resultados é 30 de Setembro.

- por Mónica Silvares | Económico

Artur Trindade reagia à notícia hoje avançada pelo Diário Económico, de que o Executivo pondera passar para os consumidores e empresas do sector os custos da regulação e acompanhamento das concessões, actualmente suportados pela Direcção-Geral da Geologia e Energia.

Em declarações à TSF, Artur Trindade afirma que "as facturas da electricidade e gás não vão aumentar, porque esses custos já estão a ser pagos pelos portugueses, apesar de não estarem discriminados na factura".

 - por Económico